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E de repente, já nos 30...



Sexta-feira, 22.04.11

Sayuri, em busca da mãe perdida...

 

 

... no Hospital de Sta Maria.

 

Tudo começa com uma intervenção cirúrgica, simples e com anestesia local, e acaba com uma operação, com anestesia geral e internamento.

 

Problema: como a decisão de administrar anestesia geral foi durante a intervenção (já que a local não estava a funcionar), a mãe da Sayuri não teve possibilidades de avisar a familia da mudança de planos.

 

E foi assim que a piquena Sayuri esteve, desde o final da tarde de ontem até ao fim da manhã de hoje, a tentar descobrir o que era feito da sua mãe.

 

Foi uma missão díficil, o território era vasto e labirintico e as informações vagas e transmitidas entre-dentes, mas esta heroína é persistente e no final da noite descobriu que a operação tinha corrido bem e a localização da sua mãe (apelou ao sentimento e pestanejou, resulta sempre!).

 

No dia seguinte realizou o resgate. Foi novamente uma missão árdua, os habitantes daquele território inóspito acham que toda a gente conhece o seu domínio e está por dentro dos seu hábiotos e costumes, mas encontrei-a. Sã e salva e pronta para regressar a casa.

 

Pelo meio tive que fazer o meu ar - estou a olhar para si, com um ar impávido e sereno, mas estou a insultar a sua mãe mentalmente - a uma habitante (ser que se encontrava numa secretária e que não olhava para quem estava a falar - pensei eu) que quase me atacou porque me disse para eu ir falar com a burguesia do sitio (enfermeiros) e me apanhou a falar com um nobre (médico) que se dirigiu a mim, devido ao meu ar ligeiramente confuso.

 

Tive que me segurar para não responder à mulherzinha, quando me gritou: Eu disse-lhe para falar com os enfermeiros!!! Não era com o médico!!

 

Bitch!!!

 

Mas como sou uma gaja sortuda, o médico era uma simpatia (e giraço) e, pasmem, tinha sido o que tinha operado a minha mãe e, sendo assim, continuei a falar com ele, sob o olhar crepitante da abécula. Até demorei mais um bocadinho, só por causa das coisas.

 

Enfim, resumindo e concluindo, correu tudo bem, os médicos e enfermeiros foram impecáveis, tanto comigo como com a minha mãe. 

 

O pessoal que anda para lá, atrás de secretarias, é que não bate lá muito bem. Ou calharam-me os piorzinhos.

 

Ah, os seguranças também são porreirinhos :)

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por Sayuri às 00:34



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